Vem aí: Rangers 6 - O Cerco a Macindaw

269x400_capa_rangers_6_cercoamacindaw

Oi, pessoal!

Temos boas notícias para os fãs da série Rangers: O cerco a Macindaw, sexto livro da coleção, uma das mais vendidas da Editora Fundamento, será lançado até o fim de setembro. Nessa nova história, o arqueiro Will Barton, também conhecido como Will Tratado, vai enfrentar grandes perigos para derrotar Keren, um cavaleiro renegado que tomou posse do castelo Macindaw. Além de expulsar Orman, o herdeiro do trono, o vilão também está mantendo Alyss, mensageira do reino e grande amiga de Will, prisioneira no local.

Will arma um plano audacioso para retomar o castelo, mas não vai conseguir fazer isso sozinho. A sorte é que ele terá reforços especiais para colocar a estratégia em prática – Horace, o cavaleiro da Folha de Carvalho, e um improvável exército de piratas escandinavos.

Enquanto O cerco a Macindaw não chega às livrarias, fique com um trecho do livro. E fique ligado no blog para saber mais novidades da Editora Fundamento! Até breve!

(…) E, num instante, Gundar lembrou onde já tinha visto aquela estampa estranha e tremeluzente em uma capa.
– Will Tratado! – ele gritou surpreso. – É você mesmo?
– Ninguém mais – Will respondeu, dando um passo à frente e estendendo a mão no gesto universal de paz e boas-vindas.
Gundar a segurou e apertou com força. (...) Atrás de si, ouviu sua tripulação exclamar em voz alta diante do acontecimento. Ele adivinhou que o grupo estava sentindo o mesmo alívio. Will olhou em volta e sorriu.
– Estou vendo alguns rostos conhecidos – o rapaz falou.
Um ou dois escandinavos o cumprimentaram. Ele os observou e franziu levemente o cenho.
– Não estou vendo Ulf Oakbender – Will disse para Gundar. Ulf tinha lutado na batalha contra os Cavaleiros do Leste e tinha sido o primeiro a reconhecer Will na ilha de Seacliff. Eles tinham sentado juntos no famoso banquete e conversaram sobre a batalha.
Will notou uma sombra de dor atravessar o rosto de Gundar.
– Ele foi assassinado por aquela cobra do Buttle – ele contou.
– Sinto muito por isso. Ele era um bom homem – Will respondeu e seu sorriso desapareceu.
Houve um momento de silêncio entre os dois enquanto se lembravam do camarada morto. Em seguida, Gundar mostrou o acampamento atrás deles com um gesto.
– Não quer se juntar a nós? – ele convidou. – Temos carne salgada dura e alguma cerveja, cortesia de uma ilha muito generosa do sul.
Will sorriu diante da brincadeira e seguiu Gundar para o pequeno acampamento. Ao passarem pelos membros da tripulação, cada um deles estendeu a mão e apertou a de Will. (...)
Will sentou em um tronco junto de uma das fogueiras sob um abrigo formado pela grande vela principal do navio. Ele aceitou uma caneca de cerveja e bebeu com prazer, brindando com os homens a sua volta.
– Então, Will Tratado – Gundar falou –, o que o traz aqui?
Will olhou para o círculo de rostos barbados e de traços marcados que o cercava e sorriu para eles.
– Estou procurando combatentes – ele disse. – Planejo saquear um castelo e ouvi dizer que vocês são muito bons nisso.