Chegou Garotas da Rua Beacon 13!

Oi, gente!

Que tal uma ótima leitura para aproveitar as férias? A Fundamento acabou de lançar o 13º volume da série Garotas da Rua Beacon, que é sem dúvida um dos nossos maiores sucessos. No livro, que se chama Algas verdes e guerra de chicletes, as inseparáveis Maeve, Avery, Katani, Charlotte e Isabel estão às voltas com um assunto importantíssimo: a preservação do meio ambiente. Depois de visitarem um festival de ciências em uma tradicional universidade, elas voltaram para a escola com a ideia de organizar um evento sobre questões ambientais. Isso deixou as garotas muito empolgadas, principalmente a Avery, que usou toda a sua criatividade e inventou um chiclete 100% natural. Acontece que algo tão simples acabou virando motivo de confusão na Escola Abigail Adams! O que será que aconteceu?
Além disso, as meninas estão vivendo um momento bem romântico – quer dizer, mais ou menos. Katani está em dúvida se é possível achar um garoto uma gracinha e insuportável ao mesmo tempo. Já Maeve tem uma nova paixonite. O problema é que talvez esse seja um amor um tanto impossível!
Você vai encontrar muitas outras surpresas e novidades em Algas verdes e guerra de chicletesCLIQUE AQUI para conferir o livro na nossa loja virtual. E enquanto isso, fique com um trecho de mais uma história incrível das GRB!

Avery Madden correu para a mesa onde as GrB almoçavam, com a bandeja de plástico oscilando nas mãos.
– Feliz sexta-feira para mim! Espaguete e almôndegas hoje! Não tem como não amar. É 1 milhão de vezes melhor do que aquela gororoba de atum. Quem concorda?
Avery ergueu a mão para que suas amigas a cumprimentassem com um “toca aqui”, mas ninguém estava prestando atenção. Todas encaravam Maeve. O queixo de Charlotte estava tão caído
que avery ficou preocupada com a possibilidade de a mandíbula da amiga bater no chão do refeitório.
– Muito bem, qual é a novela de hoje, GRB?
Katani revirou os olhos.
– É só o Matt, o professor particular dela. Ele vai levá-la para alguma coisa de ciências lá no miT. Pode acreditar, amiga: a combinação de feira de ciências com o seu professor particular que tem idade de universitário não é igual a um encontro.
– Bem, uma garota tem o direito de sonhar. Por que vocês não vão com a gente? – Maeve sugeriu. – O Matt pediu que eu convidasse todas vocês, para também terem ideias para o projeto da feira de ciências. Que gentileza a dele, não?
– Está legal, Maeve. Se ele convidou as suas amigas, é impossível que isso seja um encontro, não tem jeito – uma Avery bem direta lhe disse. – Até eu sei disso.
Maeve, contudo, perdida em fantasias românticas, não dava a mínima para os pensamentos desconfiados das amigas. Charlotte enrolou alguns fios de espaguete no garfo e comentou, sem se dirigir a ninguém em especial:
– O que vocês acham, meninas? um festival de ciências até que pode ser divertido. Vi um panfleto sobre o festival da Sally Ride na Padaria dos Montoya ontem, e parecia insano.
Insano, é? – avery deu um cutucão de brincadeira em Charlotte. – Parece que algumas das gírias daqui estão finalmente conseguindo entrar na cabecinha da nossa viajante global.
“Será que eu fiquei parecendo uma completa idiota ao dizer ‘insano’?”, imaginou Charlotte.
– Não contem comigo, GrB. Tenho jogo de futebol no sábado. Nada pode competir com o meu futebol – Avery disse com um sorriso.
– Bem, eu quero muito ver os experimentos sobre energias alternativas, como o vento. Energias alternativas estão em alta no momento. imaginem só morar em uma casa com energia vinda totalmente do vento ou da água... – disse Charlotte balançando a cabeça veementemente.
– Nossa – impressionou-se isabel. – Parece ficção científica! Como é isso?
Todas as meninas pareciam interessadas... menos Maeve, que se preocupava com o fato de a conversa estar prestes a tomar um rumo científico demais para seu gosto. Por isso, levou o papo de volta para o que realmente lhe interessava: um charmoso professor particular de olhos azuis.
– Esqueça a energia alternativa, Char. Esse festival vai estar transbordando de universitários gatos – cortou Maeve, abanando o rosto com a mão.
Avery fingiu que vomitava, e Katani, que parecia muito irritada, disse:
– Garota, caia na real. Temos 12 anos. mal temos tempo para procurar um namorado no 7º ano.
– Eu sei, eu sei – respondeu Maeve, fazendo beicinho. Katani às vezes era uma desmancha-prazeres!